05 novembro 2026

O Tratado de Versalhes (Parte 4 de 5): A República de Weimar e o nacionalismo

A República de Weimar

Na pequena cidade de Weimar, com cerca de 6 mil habitantes, caiu o Império e nasceu a República. No dia 11 de fevereiro, a Assembleia Constituinte realizou sua primeira tarefa: eleger um presidente. O eleito foi o social-democrata Friedrich Ebert. Ele tinha pela frente dois grandes desafios: redigir uma Constituição e assinar o acordo de paz.

03 novembro 2026

O Tratado de Versalhes (Parte 3 de 5): A rendição alemã e o isolamento da Rússia

A rendição

Em setembro de 1918, a Alemanha enfrentava uma situação militar cada vez mais desfavorável. Em 29 de setembro, o alto comando militar, liderado por Paul von Hindenburg e Erich Ludendorff, reconheceu a gravidade da situação e defendeu o início imediato das negociações de armistício. O colapso dos aliados alemães, o avanço das forças adversárias e o esgotamento dos recursos do país tornavam difícil a continuidade da batalha.

02 novembro 2026

A Morte e a Esperança da Ressurreição Segundo a Bíblia

“Quem é que pode viver e não ver a morte?” (Salmo 89:48).

No livro da vida estão escritos os nomes de todos os seres humanos salvos por Jesus Cristo. Depois da morte, o que resta dos candidatos à salvação é o nome registrado nesse livro. O destino de cada pessoa depende de sua relação com Cristo. A pessoa pertence a Cristo ou está do outro lado.

30 outubro 2026

O Tratado de Versalhes (Parte 2 de 5): Interesses políticos e novas fronteiras europeias

Interesses envolvidos

Em guerras não há vencedores. Os franceses perderam 20% de seus homens em idade militar, quase uma geração inteira (Hobsbawm, 1998, p. 33).
O nacionalismo sérvio e as tensões nos Bálcãs contribuíram para o início da Primeira Guerra Mundial. As disputas étnicas e territoriais, agravadas pelas rivalidades entre os impérios europeus, ampliaram a instabilidade da região.

27 outubro 2026

O crepúsculo da liberdade no Brasil e a ilusão da democracia das urnas

Deus é surpreendente! Lula venceu de novo. Das últimas sete eleições, o PT venceu seis: 2002, 2006, 2010, 2014, 2022 e 2026. É inexplicável a derrota da agremiação petista em 2018 para Jair Bolsonaro. O fato permanece como um mistério. Vivemos na era da democracia brasileira das urnas eletrônicas e todos desejamos a certeza de que as caixinhas mágicas expressam a vontade popular. Se expressam, viva a democracia! Caso contrário, de onde vem a convicção e como auditar uma eleição no Brasil? Faz falta o voto impresso! Até a Venezuela do tempo de Maduro tinha voto impresso.